Você conhece o ciclo. Aparece uma tarefa — encontrar arquivos com mais de 100 MB, matar o processo na porta 8080, fazer rsync de uma pasta excluindo node_modules — e suas mãos hesitam. Era find -size +100M ou +100MB? lsof -i :8080 ou ss -ltn? Você troca para o navegador, cola a pergunta num chat, copia a resposta de volta e olha desconfiado antes de apertar Enter.
O CliAI elimina esse vai-e-vem.
O que é
O CliAI é um único binário — clai — que vive no seu $PATH. Você descreve uma tarefa em linguagem natural (em português ou no idioma do sistema). Ele devolve um comando shell, mostra o que faz, e espera. Você aperta Enter para executar, R para refinar ou Esc para cancelar. O comando roda na sua shell, no seu terminal, com seu ambiente.
Por que não é um chat
Um chat na web quebra o fluxo do terminal. Ele não enxerga sua shell, seus aliases, seu diretório atual. Não copia a resposta de forma confiável para o clipboard. E o mais importante: te entrega um comando gerado sem contexto do que vai acontecer na sua shell.
O CliAI faz o oposto: você fica na shell, vê o comando antes de rodar, decide se confia. Chamamos isso de inspect-then-run. É o único modo da ferramenta.
Instalação em uma linha
$ curl -LsSf https://gate.cliai.tech/install.sh | shDetected: linux x86_64Installed: /usr/local/bin/claiRun `clai --help` to get started.
A mesma linha funciona no macOS. Para Windows há um instalador nativo do PowerShell — veja a página de download.
Para onde ir agora
- Leia a documentação para a referência completa de subcomandos.
- O próximo post explica por que escolhemos CLI em vez de chat — o que se ganha e o que se perde.
- Se você se preocupa com o que sai pela rede: toda requisição é criptografada; a documentação mostra o modelo.
Você passará menos tempo lembrando os mesmos cinco flags do find e mais pensando no que realmente quer fazer.